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  • Foto do escritorEquipe Zelle

Esgotamento materno: reconhecendo e combatendo esse silencioso mal

Atualizado: 13 de jun.


O esgotamento materno, também conhecido como sobrecarga materna, é um problema real e crescente que afeta mulheres em todo o mundo. Caracterizado por cansaço físico e emocional extremo, sentimento de esvaziamento e dificuldade em lidar com as demandas da maternidade, o esgotamento pode ter impactos negativos na saúde mental e física das mulheres, assim como na qualidade de vida de toda a família.


Reconhecendo os Sinais:


  • Cansaço físico e emocional constante: Dificuldade em realizar tarefas diárias, fadiga persistente, falta de energia.

  • Sentimento de esvaziamento e desmotivação: Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas, apatia, desânimo.

  • Dificuldade em lidar com as demandas da maternidade: Irritabilidade, impaciência, explosões de raiva, sentimento de sobrecarga.

  • Dificuldades de concentração e memória: Perda de foco, esquecimento frequente, dificuldade em realizar tarefas que exigem atenção.

  • Alterações no humor: Tristeza, ansiedade, choro frequente, alterações de humor repentinas.

  • Problemas de sono: Dificuldade para adormecer, sono noturno não restaurador, despertar precoce.

  • Problemas físicos: Dores de cabeça, dores musculares, alterações no apetite, problemas digestivos.


Fatores de Risco:


  • Falta de apoio social: Ausência de ajuda da família, amigos ou parceiro na divisão das tarefas domésticas e cuidados com os filhos.

  • Excesso de responsabilidades: Acúmulo de tarefas em casa, no trabalho e na vida social.

  • Perfeccionismo: Pressão para ser uma mãe perfeita, exigências excessivas em relação a si mesma e aos filhos.

  • Histórico de depressão ou ansiedade: Mulheres com histórico de transtornos mentais são mais propensas ao esgotamento materno.

  • Falta de tempo para si mesma: Dificuldade em encontrar tempo para atividades que proporcionem prazer e relaxamento.


Combate ao Esgotamento Materno:


  • Buscar ajuda profissional: Consultar um psicólogo ou psiquiatra pode auxiliar no diagnóstico e tratamento do esgotamento materno.

  • Delegar tarefas: Pedir ajuda ao parceiro, familiares ou amigos para dividir as responsabilidades domésticas e com os filhos.

  • Utilize ferramentas como Zelle: pode ser um ótimo companheiro neste ponto, ajudando a compartilhar as informações dos filhos, sem precisar que as mães tenham sempre que ficar com as responsabilidades de delegar aos outros as necessidades das crianças.

  • Praticar o autocuidado: Reservar tempo para atividades que proporcionem prazer e relaxamento, como hobbies, exercícios físicos ou meditação.

  • Estabelecer limites: Dizer não a novas responsabilidades e compromissos que podem sobrecarregar ainda mais a rotina.

  • Buscar apoio social: Participar de grupos de apoio para mães ou conversar com amigas e familiares sobre suas dificuldades.

  • Manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos regularmente: Cuidar da saúde física contribui para o bem-estar mental e emocional.

  • Ter uma boa noite de sono: Dormir de 7 a 8 horas por noite é essencial para a recuperação física e mental.


O esgotamento materno não é culpa da mulher. É importante buscar ajuda e apoio para superar esse desafio e garantir o bem-estar físico e mental de todas as mulheres.







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